Mercado de tablets volta a cair com derrapada de Apple e Samsung

Entre maio e junho, venda caiu 7%, chegando a 44,7 milhões de unidades.
Lenovo, Huawei e LG tiveram melhor desempenho no trimestre.

Da France Presse

Phill Schiller, vice-presidente de marketing da Apple, apresenta os novos iPad Air 2 e o iPad mini Retina 2. (Foto: Marcio José Sanchez/Associated Press)
Phill Schiller, vice-presidente de marketing da Apple, apresenta os novos iPad Air 2 e o iPad mini Retina 2. (Foto: Marcio José Sanchez/Associated Press)

A queda no mercado mundial de tablets continua. Os líderes Apple e Samsung enfrentaram queda nas vendas segundo trimestre, de acordo com estimativas da empresa especializada IDC divulgadas na quarta-feira (29).

No segundo trimestre de 2015 foram vendidos 44,7 milhões de tablets, o que representa um retrocesso de 7% ao ano e de 3,9% comparado ao trimestre anterior.

Esse segmento de eletrônicos que despontou com o lançamento do iPad da Apple em 2010 tem mostrado claros sinais de desaceleração nos últimos trimestres.

“Ciclos de vida mais longos, uma maior concorrência pelo surgimento de smartphones com tela grande, somado ao fato de que os usuários podem instalar os novos sistemas operacionais nos tablets antigos, fizeram que o entusiasmo dos compradores por esses aparelhos diminuísse”, comentou Jitesh Ubrani, analista da IDC.

A americana Apple ainda tem 24,5% do mercado, apesar de as vendas do iPad terem caído 17,9% em um ano, para 10,9 milhões de unidades. Já sul-coreana Samsung vende 17% dos tablets, o equivalente a 7,6 milhões de unidades, uma queda de 12% em um ano).

Enquanto isso, as marcas chinesas Lenovo e Huawei e a sul-coreana LG Electronics tiveram vendas melhores.

A Huawei e a LG viram suas vendas duplicar e mais do triplicar, respectivamente, para atnigir  em ambos os casos o nível de 1,6 milhão de unidades. Segundo a IDC, a Huawei tem 3,7% do mercado, e a LG, 3,6%. As duas companhias ocupam o quarto e o quinto lugares no ranking mundial de vendas.

A Lenovo ocupa o terceiro lugar, com 5,7% do mercado e vendas com crescimento de 6,8%, a 2,5 milhões de unidades.

WhatsApp lança emoji de ‘dedo do meio’ para todas versões de Android

Antes, imagem só podia ser incluída no app por meio de um artifício.
Além disso, é possível escolher ‘dedo do meio’ em seis tons de ‘pele’.

Por G1

WhatsApp libera emoji de 'dedo do meio' para todas as versões de Android. (Foto: G1)

Antes disponível apenas para alguns tipos de celulares que rodavam Android, a versão do WhatsApp que possui o emoji do “dedo do meio” passou a ser liberada para todos os smartphones com o sistema operacional do Google.
A versão do WhatsApp que contém a imagem da malcriação virtual é a 2.12.210. Ainda não é possível encontrá-la na Google Play, mas já é possível baixá-la do site do aplicativo de mensagens (Veja o passo-a-passo abaixo).
Antes, apesar de ser liberado para todos os modelos de Android a partir do 2.1, o emoji só podia ser adicionado por meio de um truque. Deveria ser incluído ao teclado do Android como um atalho que surgia na caixa de texto todas as vezes que fosse digitado.

Tons de pele
Agora, além de ser aumentar o conjunto de imagens de gestos como o de “positivo”, “Ok”, o ato de bater palmas e até a saudação vulcana do Spock, personagem de “Star Trek” (Jornada nas Estrelas), o “dedo do meio” possui uma novidade.

Os usuários poderão escolher entre seis tons de “pele” qual será aquela do emoji a ser enviado. Essa possibilidade foi aberta em dezembro de 2014, quando a Unicode Consortium, organização responsável pela padronização gráfica para o setor de tecnologia, decidiu que as imagens animadas teriam maior diversidade além do amarelo original.

As novas tonalidades já haviam sido levadas aos emojis do teclado da Apple quando o iOS 8.3 foi lançado em abril deste ano. Também já havia chegado às versões do WhatsApp para todos os dispositivos. Para acessá-las, é preciso pressionar o emoji até que as opções surjam.

Veja abaixo como instalar a nova versão do WhatsApp para Android:

1) Vá ao site http://www.whatsapp.com/android/ e clique em “Download Now”;
2) Enquanto o app é baixado, acesse no celular o menu “Configurar” e depois o ícone “Segurança”;
3) Marque a caixa de “Fontes desconhecidas” e pressione “Ok” quando surgir o aviso de que o celular pode estar sob risco ao instalar apps fora da Google Play;
4) Após o download acabar, vá em “downloads” e clique sobre “WhatsApp.apk”;
5) Selecione “Instalar” e aguarde até a conclusão do processo; depois disso, toque em “abrir” para o aplicativo começar a funcionar já atualizado.

Economia – Setor público tem pior resultado da história para junho e 1º semestre

Economia – Setor público tem pior resultado da história para junho e 1º semestre.

Segundo BC, houve déficit primário de R$ 9,32 bilhões em junho.
No semestre, foi registrado superávit de R$ 16,22 bilhões, acrescenta.

Por G1

As contas de todo o setor público – o que inclui o governo, estados, municípios e empresas estatais – registraram em junho o pior resultado da série histórica do Banco Central, que começa em dezembro de 2001. O resultado para os primeiros seis meses do ano também é o pior para um primeiro semestre, segundo números divulgados pelo BC nesta sexta-feira (31).

Somente em junho, foi registrado um déficit primário (receitas menos despesas, sem a inclusão de juros) de R$ 9,32 bilhões. Até então, o pior resultado, para meses de junho, havia sido registrado no ano passado – quando foi contabilizado um déficit de R$ 2,1 bilhões.

RESULTADO PRIMÁRIO
Para meses de junho, em R$ bilhões
4,11,67,267,628,718,3610,373,362,1713,362,795,42-2,1-9,3200520102015-15-10-5051015
Fonte: BC

No primeiro semestre, ainda de acordo com o BC, as contas ficaram no azul, com superávit de R$ 16,22 bilhões. Trata-se, porém, menor superávit da série histórica do Banco Central.

Com o fraco resultado das contas públicas no primeiro semestre deste ano, houve, em doze meses até junho, um déficit primário de R$ 45,69 bilhões, ou 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) – também o pior resultado da série histórica para este indicador.

“Naturalmente, o resultado do mês e do semestre refletem um quadro em que a atividade econômica sobretudo repercute no desempnho fiscal [das contas públicas], a despeito das medidas adotadas para recuperação e receitas e conteção de despesas. Há um impacto significativo da atividade econômica sobre a arrecadação e sobre as receitas, que se reflete nesse desempenho no período”, avaliou o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel.

Acompanhamento pelas agências de classificação de risco
Quando se incorpora os juros da dívida pública na conta, no conceito conhecido no mercado como “nominal”, que é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco na determinação da nota dos países, houve déficit de R$ 462 bilhões em doze meses até junho, o equivalente a expressivos 8,12% do PIB. Trata-se, também, do pior resultado da história e foi a primeira vez que a barreira dos 8% do PIB foi rompida.

Se fechar em 8% do PIB em 2015, o déficit nominal brasileiro ficaria abaixo, neste ano, de acordo com projeções do Fundo Monetário Internacional, de nações como Bahrein (déficit de 9,8% do PIB), Antigua (-10,5% do PIB), Algéria (-12,5% do PIB), Brunei (-15,6% do PIB), República do Djibuti (-13% do PIB), Egito (-11,7% do PIB), Guinea Equatorial (-21,4% do PIB), Eritreia (-12,18% do PIB), Guiné (-10,1% do PIB), Iraque (-9,9% do PIB), Líbia (-68% do PIB) e Venezuela (-19,9% do PIB), entre outros.

No caso da dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional (que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais) – conceito também acompanhado pelas agências de classificação de risco – o endividamento brasileiro subiu em junho. Em maio, estava em 62,5% do PIB (R$ 3,53 trilhões), passando para R$ 3,58 trilhões, ou 63% do PIB, em junho deste ano, também o pior resultado da história. Alguns bancos já projetam a dívida bruta em 70% do PIB nos próximos anos.

RESULTADO PRIMÁRIO
Para primeiros semestres, em R$ bilhões
30,1437,1947,3157,6451,8163,3180,2136,0942,0578,1865,6552,1529,3816,22200520102015020406080100
Fonte: BC

A equipe econômica trabalha para que a nota brasileira, concedida pelas agências de classificação de risco, permaneça no chamado “grau de investimento” – que é um tipo de recomendação para investimento. Perdendo essa nota, as regras de vários fundos de pensão de outros países impediriam o investimento no Brasil, o que dificultaria a capacidade de o país, e das empresas do setor privado brasileiro, buscarem recursos no exterior – aumentando subsequentemente os juros destas operações.

“‘Investment grade’ não passa simplesmente pela situação fiscal. Claro, é relevante, mas isso é avaliado junto com uma série de outros fatores. Há uma série de ações de política econômica em curso, buscando ajustar. É um ano de transição. A perspectiva é obter um ambiente macroeconômico mais favorável a frente, que dará suporte ao crescimento sustentável”, avaliou Maciel, do Banco Central.

Meta para contas públicas
Na semana passada, o governo formalizou a a redução da meta de superávit primário de suas contas para todo este ano – procedimento que já era esperado pelos analistas do mercado financeiro devido, principalmente, pela redução da arrecadação. O superávit primário é a economia que o governo faz para pagar os juros da dívida pública. Para todo o setor público, o que inclui ainda os estados, municípios e estatais, a meta fiscal para este ano caiu de R$ 66,3 bilhões (1,2% do PIB) para R$ 8,7 bilhões (0,15% do PIB).

Medidas
Para tentar atingir as metas fiscais, além de aumentar tributos sobre combustíveis, automóveis, empréstimos, importados, receitas financeiras de empresas, exportações de produtos manufaturados, cerveja, refrigerantes e cosméticos, o governo também atuou na limitação de benefícios sociais, como o seguro-desemprego, o auxílio-doença, o abono salarial e a pensão por morte, medidas já aprovadas pelo Congresso Nacional.

Além disso, efetuou um bloqueio inicial de R$ 69,9 bilhões no orçamento deste ano, valor que foi acrescido de outros R$ 8,6 bilhões na semana passada. As principais rubricas afetadas pelo contingenciamento do orçamento de 2015 são os investimentos e as emendas parlamentares.

“A despeito das medidas adotadas desde o início do ano para recuperar receitas e conter despesas, a fragilidade da atividade econômica se impôs em termos de arrecadação”, disse Tulio Maciel, do BC.

Mais da metade das pessoas dormem segurando smartphone, diz pesquisa

Em pesquisa mundial, 54% salvariam telefone antes de gatos em incêndio.
Brasileiros estão entre os que mais levam celular ao banheiro, diz estudo.

Por AFP

Consumidores por todo o mundo dormem com seus smartphones, o levam para o banho e resgatariam o aparelho de um incêndio antes de salvar o gato da família. Essas são algumas das descobertas de uma pesquisa feita em sete países entre mais de 7 mil pessoas sobre seus hábitos com smartphones divulgada na terça-feira (28) pela Motorola.

Sessenta por cento dos entrevistados disseram que dormem segurando seus aparelhos – com a maior porcentagem na Índia (74%) e China (70%). E 57% disseram que levam seus celulares para o banheiro, com as maiores porcentagens na China e no Brasil.

Um em cada seis usuários de smartphones disse que usa o aparelho durante o banho, e mais da metade (54%) afirmou que procuraria o celular antes do gato da família no caso de um incêndio.

Quão próximas são as pessoas dos seus aparelhos? 22% disseram que desistiriam de sexo por um final de semana antes de abrir mão de seus celulares. E ainda: 40% contam segredos para seus aparelhos que não revelariam para seus melhores amigos.

Mas o relacionamento não é perfeito. Apenas 39% dos entrevistados disseram estar “felizes” com seus aparelhos, e 79% disseram que se sentiam incomodados com o fato de seus celulares os interromperem em momentos inoportunos.

A pesquisa foi feita pela internet pela KRC Research e ouviu um total de 7.112 donos de smartphones nos Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, China, Espanha, México e Índia.

Público usa smartphones durante o encontro da Apec de 2014. (Foto: Andy Wong/Associated Press)

Volkswagen começa a vender carros com Android Auto nos EUA

Sistema do Google permite usar apps do seu smartphone no veículo.
Honda vai aderir a este sistema e também ao da Apple, o Car Play.

Android Auto é plataforma Android para carros (Foto: Reprodução/Google)

A Volkswagen começará a vender carros nos Estados Unidos com o Android Auto, versão do seu sistema operacional móvel feita para carros. Na prática, ela permite controlar no painel do carro as ferramentas de um celular com sistema Android, que é maioria no mundo, e, assim, evitar que o motorista tenha que pegar o aparelho para executar qualquer função.

A montadora alemã é a primeira grande a adotar o Androi Auto para a maior parte de seus modelos à venda nos EUA; a Hyundai também oferece, mas, por ora, só no Sonata 2015.

Sistema para carros da Apple, CarPlay libera motorista para comandar aplicativos do iPhone com comandos de voz. (Foto: Divulgação/Apple)

Aos poucos, o “rival” Car Play, da Apple, a fabricante do iPhone, também começa a ser adotado pelas montadoras. A Honda anunciou na última quinta (27) que o Accord 2016 será compatível tanto com o Car Play quanto com o Android Auto.

Na Volkswagen nos EUA, só Touareg e Eos não terão o sistema. O Android Auto será oferecido nas seguintes versões dos modelos a seguir:
– CC: todas as versões do modelo 2016
– Beetle: SE, R-Line (SE), SEL e R-Line (SEL), cupê e conversível, modelo 2016
– Golf: S, S/w Sunroof, SE, e SEL do modelo 2016
– Golf GTI: todas as configurações do modelo 2016
– Golf SportWagen: todas as configurações do modelo 2016
– Golf R: todas as configurações do modelo 2016
– e-Golf (elétrico): todas as configurações do modelo 2016
– Jetta TSI/TDI: S com sistema Tech, SE, SE com Connectivity, Sport, SEL e SEL Premium
– Jetta GLI/Hybrid: todas as configurações do modelo 2016
– Tiguan: R-Line, SE e SEL no modelo 2016

Além dos sistemas instalados de fábrica, algumas marcas já oferecem Android Auto eApple Car Play em centrais multimídias para serem instaladas após a compra do carro: Pioneer e Kenwood.

A adesão das montadoras deve aumentar em breve, com veículos da General Motors, dona da Chevrolet, além de Audi, Volvo e Kia. Na época do lançamento do Android Auto, por exemplo, o Google informou que tinha assinado acordo com 40 marcas de carros.

Ainda não há previsão de chegada dos sistemas nos carros produzidos no Brasil.

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Famoso por ser ‘mão aberta’, Google ‘aperta o cinto’

Crescimento dos gastos desacelerou no 1º semestre do ano.
Nova política exige mais explicações para aprovação de despesas.

Por Agência EFE

Sede do Google em Mountain View, na Califórnia. (Foto: Paul Sakuma/AP)

O Google é famoso por não poupar gastos com seus funcionários ou em seus múltiplos e ambiciosos projetos, mas sob a pressão de Wall Street novos ares de austeridade sopram na sede de Mountain View, na Califórnia.

Os resultados do segundo trimestre divulgados na quinta-feira passada superaram as expectativas e deixaram os investidores satisfeitos, mas em geral o ritmo de aumento da receita do Google diminuiu, passando de uma alta de 29% em 2011 para 22% em 2012, de 21% em 2013 para 19% em 2014.

Os gastos, enquanto isso, aumentaram 22% no último trimestre de 2014, número que caiu para 13% nos três primeiros meses de 2015 e para 10% entre abril e junho.

O Google, que oferece diariamente comida de graça aos seus funcionários, além de massagem, academia e até lavanderia, gastou bilhões de dólares em centros de dados e projetos em andamento como o dos veículos que se dirigem sozinhos, dos balões aerostáticos para levar internet a áreas remotas ou em seu plano de incorporar alta tecnologia em peças de roupa.

Mesa de sinuca em área para funcionários da nova sede do Google em São Paulo (Foto: Divulgação)
Mesa de sinuca em área para funcionários da nova sede do Google em São Paulo (Foto: Divulgação)

Enquanto isso, seu ritmo de crescimento diminuiu e os preços publicitários associados ao seu buscador estão sob pressão diante do desafio que as telas menores dos smartphones e tablets representam, assim como o aumento dos aplicativos para eles.

As telas menores deixam menos espaço para os anúncios do Google e menor margem para que os usuários optem, por exemplo, por fazer compras ao clicar na publicidade, o que tem pressionado os valores das tarifas.

O preço dos anúncios do Google caiu 11% no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, seguida por uma queda anualizada de 7% no primeiro trimestre.

A ex-executiva do banco de investimento Morgan Stanley e nova diretora financeira do Google, Ruth Porat, deixou claro esta semana que entende a preocupação de Wall Street com um aumento de gastos que coincide com a desaceleração da receita.

Seu antecessor, Patrick Pichette, começou a impor certo controle nas despesas e a utilizar palavras como “disciplina”, mas Porat, que lançou uma auditoria interna para examinar os custos, receita e sistemas contábeis, parece disposta a seguir em frente.

“Trata-se de estabelecer uma lista de prioridades em nossos investimentos e garantir que somos eficientes e efetivos com os gastos”, disse Porat em conferência com analistas.

Refeitório da nova sede do Google é inspirado em feira (Foto: Divulgação)

O responsável pelas finanças do Google garantiu querer trabalhar com outros líderes empresariais para “identificar formas de estabelecer prioridades com os recursos e realmente ampliar a disciplina da que falamos”.

Outros sinais apontam também para uma maior austeridade em uma empresa milionária, que conta com cerca de US$ 70 bilhões em caixa.

Assim, a companhia, que tem mais de 57 mil trabalhadores, contratou 1.819 novos funcionários no primeiro trimestre, o menor aumento desde os últimos três meses de 2013 e abaixo dos 2.435 trimestrais médio que fechou 2014.

Uma nova política em andamento desde o final do ano passado exige a muitas equipes na empresa que detalhem como a contratação de novos funcionários alcançará objetivos concretos como maior receita ou mais usuários.

Um artigo publicado recentemente pelo “Wall Street Journal” mencionou também exemplos da maior sobriedade na empresa, como a exigência de mais justificativas e aprovações para despesas com viagens, fornecedores e eventos.

Esse maior apuração das despesas representa uma mudança significativa em uma empresa famosa por dar mais importância ao crescimento e aos novos e ambiciosos projetos do que ao relatório trimestral de lucros.

Área de lazer dos funcionários na nova sede do Google em São Paulo (Foto: Divulgação)